Consumir com consciência é consumir diferente. Trata-se de um hábito que funciona como instrumento de bem-estar e não um fim em si mesmo

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O conceito de consumo consciente (ou consumo responsável) está totalmente ligado à noção de comércio justo. Trata-se de um conjunto de hábitos e práticas que fomentam um modelo de desenvolvimento comprometido com o famoso tripé da sustentabilidade: econômica, ambiental e social.

Consumir de forma responsável significa transformar este ato em uma prática permanente de cidadania, fomentando a aquisição de bens e serviços eticamente corretos, ou seja, cuja elaboração não envolva a exploração de seres humanos, animais e não provoque danos ao meio ambiente.

O consumo consciente tem como premissa melhorar as relações de produção, distribuição e acesso de produtos e…


Conheça o conceito cunhado por Carlo Petrini, fundador do movimento Slow Food, que faz da gastronomia uma ferramenta estratégica na defesa da comida boa, limpa e justa

Crédito da imagem: Food Assembly

A história da humanidade está diretamente ligada à forma como o ser humano se relaciona com os alimentos. De coletor a agricultor, o homem dominou técnicas e o que antes era caça e coleta se transformou em gastronomia. Nos dias de hoje, a comida exerce um papel central no modo de vida das sociedades e trata-se de um tema transversal que perpassa diferentes campos, como agricultura, segurança alimentar, política, comércio exterior, perda da biodiversidade, mudanças climáticas etc.

O acesso ao alimento, segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), no Artigo 25, cita que:


Notas sobre o livro Formação da Culinária Brasileira, de Carlos Alberto Doria

[Resenha originalmente publicada na revista da Junta Local, em 2015]

Carlos Alberto Dória — reprodução da resenha original, na revista da Junta Local

Carlos Alberto Dória é, hoje, uma das principais mentes a pensar a gastronomia brasileira. O sociólogo, que assina o blog e-Boca Livre — que recentemente virou livro (editora Três Estrelas) — e dirige o Centro de Cultura Culinária Câmara Cascudo (C5), tornou-se referência em estudos sobre a nossa culinária, criticando-a e analisando-a com desenvoltura, propriedade e até uma certa marra (é grande a implicância com os modismos) que poucos se arriscam a ter.


Tudo que você queria saber — mas não sabia onde encontrar — sobre o universo orgânico

Reprodução do conteúdo original do projeto

Agricultura sintrópica? Locavorismo? Permacultura? São muitos os temas novos que estão surgindo em volta da nossa mesa, não é mesmo? Foi a partir deste questionamento que, em 2016, eu desenvolvi um projeto muito bacana com os amigos do Clube Orgânico, batizado de Wiki Orgânico.

Trata-se de dicionário de verbetes criado para desvendar conceitos e temas ligados ao universo da empresa, direcionado aos seus públicos como um manual para entusiastas da alimentação saudável. Eu fui o responsável pela curadoria, criação e edição de conteúdo que integrou a iniciativa.

Foi um trabalho bem legal de executar e o processo de traduzir temas como nova ruralidade, multifuncionalidade, educação do campo e pluriatividade, entre outros, em posts leves e informativos.

+ Visite a página do Wiki Orgânico e saiba mais sobre o projeto!


Entrevista sobre o Intercâmbio da Juventude Rural para o noticiário da TV Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo

Entre 2005 e 2016, o Instituto BAT Brasil integrou um coletivo de organizações que trabalham em prol da causa da juventude rural. Este grupo foi batizado de Rede Jovem Rural.

Eu tive o privilégio de participar das ações da Rede desde 2007 e também de coordenar alguns programas, como o Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira, uma iniciativa que, inclusive, foi reconhecida pela Comissão da União Europeia como “Referência Mundial”, em 2015.

Neste vídeo, de 2016, eu estava coordenando uma das edições do Intercâmbio, que aconteciam em diversos estados de todas as regiões do país e, nesta etapa, estava chegando no Espírito Santo.


Mediação para live comemorativa de 20 anos do Instituto BAT Brasil, realizado em 2020

Em 2020, o Instituto BAT Brasil (antigo Instituto Souza Cruz) realizou uma série de ações que integraram uma belíssima campanha de comunicação institucional, para comemorar os 20 anos de atuação da organização. Uma dessas ações foi a realização de uma live para falar sobre empreendedorismo como ferramenta de transformação social.

Para discutir o assunto, nós convidamos Andréa Gomides, fundadora do Instituto Ekloos, e Vinícius Lima, fundador da Besouro Agência de Fomento Social, duas referências no assunto! Eu tive o imenso prazer de mediar este bate-papo super enriquecedor.


Preparar o próprio alimento traz benefícios não só nutricionais, mas também nos faz mais informados e engajados sobre a qualidade do prato posto à mesa

[Artigo publicado originalmente no blog Caipirismo, em 2017]

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O futuro da comida depende da nossa habilidade e vontade de cozinhar. De fato, preparar o próprio alimento traz benefícios não só nutricionais, mas também, em longo prazo, nos faz mais bem informados e engajados sobre a qualidade da comida posta à mesa.

Se nós, enquanto sociedade, queremos um novo modelo de sistema alimentar, não podemos simplesmente conquistá-lo preparando lasanha congelada ou seguindo os passos da dieta da moda, que a cada estação diz o que faz bem para a saúde ou não.

Para mudar o sistema alimentar é preciso cozinhar!

E…


Notas sobre o livro “O Terceiro Prato — Observações Sobre o Futuro da Comida”, de Dan Barber

[Resenha originalmente publicada na revista da Junta Local, em 2015]

Dan Barber é um dos precursores do movimento “do-campo-à-mesa”, que preconiza o consumo de alimentos locais e produzidos de forma agroecológica. À frente de um dos mais inovadores restaurantes de Nova Iorque, o Blue Hill, Barber entende como poucos que o sucesso de um prato saboroso depende totalmente de um sistema agrícola completo.

Porém, depois de mais de uma década de militância, Barber começou a refletir sobre o real impacto de tal proposta. “O modelo ‘do-campo-à-mesa” pode soar correto — é direto e conectado — , mas de fato, o…


Famosa fruta da região integra grupo de produtos reconhecidos pelo registro de Indicação Geográfica (IG)

[Post originalmente elaborado para o site do Slow Food Brasil, em 2016]

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Agricultores familiares do território Norte Pioneiro do Paraná que cultivam a Goiaba de Carlópolis estão em clima de festa. A famosa fruta da região agora integra o seleto grupo de produtos reconhecidos pelo registro de Indicação Geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a produtos ou serviços reconhecidos pela qualidade ou tradição inerente a uma determinada região. No Brasil, este reconhecimento é dividido em duas categorias: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO).

Gastrônomos diriam que a Goiaba de Carlópolis agora tem terroir


Comunicação | Sustentabilidade | Responsabilidade Social

Oi, tudo bem? Eu me chamo Guilherme Mattoso. Sou especialista em Comunicação e Sustentabilidade, com experiência em áreas como Comunicação Corporativa, Desenvolvimento Sustentável, Responsabilidade Social e Investimento Social Privado.

Sou formado em jornalismo (Estácio, 2003) e tenho pós em UX (PUC, 2007), Marketing Digital (FACHA, 2009) e Negócios Sustentáveis (UFF, 2021), além de cursos como Sustentabilidade (IBMEC, 2014), Jornalismo Gastronômico (FACHA, 2015) e Integração da Agenda 2030 (PNUD, 2020).

Eu criei este portfólio para compilar e organizar um apanhado de relevantes trabalhos que já realizei em 20 anos atuando como coordenador de projetos, coordenador de comunicação, produtor de conteúdo e…

Guilherme Mattoso

Jornalista e sustentabilista easygoing. Amo música, desenho e leituras mil.

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